Ali mora a beleza de uma verdade oculta
A incerteza de uma razão de vida
A ligeireza da palavra não ouvida
A inocência da mocidade bruta
Ali estão as fagulhas apagadas pela chuva de lágrimas
que banha o corpo nutrindo-o do rio dos sentimentos.
Tudo por ela
Tudo por ele
...tanto por nada...
Fecha-se sozinho o livro das moças velhas.
Abre-se em tempestade a vida das Cinderelas.
Sorrisos te dizem daqui:
"É preciso ser amada para amar,
ser vivida para viver,
ser grande para crescer...
jamais o contrario"
Victor Guimarães
Muito bom!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPoema de beleza suave e marcante.
ResponderExcluirMuito bom :)